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Carnes e derivados

Carne bovina almôndegas fritas

Na tabela TACO: Carne, bovina, almôndegas, fritas

Imagem ilustrativa: carne, bovina, almôndegas, fritas
Imagem ilustrativa gerada por IA

Carne bovina almôndegas fritas está no grupo Carnes e derivados da tabela TACO e tem densidade calórica alta (272 kcal por 100 g). O sódio chama atenção: 1.030,3 mg por 100 g.

As 272 kcal de 100 g se dividem entre gordura (52%) e proteína (27%) — é um alimento misto, e é por isso que ele costuma entrar no prato acompanhado, não sozinho.

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Composição por 100 g

Energia
272 kcal
Proteína
18,2 g
Carboidrato
14,3 g
Lipídeos (gorduras)
15,8 g
Colesterol
36,4 mg
Umidade
48,1 %

Valores da TACO por 100 g de parte comestível. Para a sua quantidade, faça a proporção: 50 g têm metade destes valores.

Minerais

Cálcio
26,76 mg
Magnésio
48,12 mg
Manganês
0,41 mg
Fósforo
244,3 mg
Ferro
1,91 mg
Sódio
1.030,26 mg
Potássio
536,1 mg
Cobre
0,19 mg
Zinco
2,61 mg

Vitaminas

Tiamina (B1)
0,13 mg
Riboflavina (B2)
0,07 mg
Niacina (B3)
6,6 mg

Perfil de gorduras

Gordura saturada
4,2 g
Gordura monoinsaturada
5 g
Gordura poli-insaturada
5,5 g

Como este alimento entra no cardápio

  • Com 18,2 g de proteína por 100 g, carne bovina almôndegas fritas tem densidade suficiente para ser a fonte proteica principal de uma refeição — o papel que o protocolo reserva às fontes in natura.

Pontos de atenção

Situações em que o protocolo trata este alimento de forma diferente.

  • 1.030,3 mg de sódio por 100 g é um teor muito alto. Em quem tem hipertensão, o protocolo reduz sódio e evita embutidos — carne bovina almôndegas fritas entra com parcimônia ou fica de fora.
  • É uma preparação frita. A substituição padrão do protocolo é direta: grelhado, assado ou cozido no lugar da fritura, mantendo o mesmo alimento.

Substituições previstas no protocolo

  • Carne gorda → corte mais magro do mesmo tipo. O protocolo não troca o alimento que a pessoa gosta, troca o corte.

Trocas dentro do mesmo grupo

Calculadas a partir dos números da própria TACO — o critério de cada uma está dito.

Receitas com carne

Alimentos semelhantes

Do mesmo grupo da tabela TACO, com valor calórico próximo.

Perguntas sobre carne bovina almôndegas fritas

Carne bovina almôndegas fritas tem muito sódio?

Tem 1.030,3 mg por 100 g, um teor alto. Em hipertensão a conduta é reduzir sódio e evitar embutidos, então este alimento entra pouco ou é trocado dentro do próprio grupo.

Por que trocar carne bovina almôndegas fritas por outro alimento do mesmo grupo?

Nem sempre é preciso. Quando faz sentido, a troca é por algo próximo: Frango peito sem pele grelhado (32 g de proteína em 159 kcal, contra 18,2 g em 272 kcal aqui); Frango peito sem pele cozido (36,2 mg de sódio contra 1.030,3 mg). O protocolo nunca tira um alimento sem colocar o equivalente mais próximo e familiar no lugar.

Quantas calorias tem carne bovina almôndegas fritas?

272 kcal a cada 100 g, segundo a tabela TACO. Para uma porção diferente, aplique a proporção: 50 g têm metade desse valor.

Quanta proteína tem carne bovina almôndegas fritas?

18,2 g de proteína a cada 100 g. É um teor alto, o que coloca este alimento entre as boas fontes proteicas da tabela.

Quantos carboidratos tem carne bovina almôndegas fritas?

14,3 g de carboidrato a cada 100 g.

Esses valores são de qual quantidade?

De 100 g de parte comestível (ou 100 ml, no caso de líquidos), que é a referência usada pela Tabela Brasileira de Composição de Alimentos.

Como ler esta página

Os números são da tabela TACO. As leituras que acompanham cada bloco vêm do protocolo que O Nutri Felipe usa para montar cardápios, e são informação geral — não substituem consulta nem valem como prescrição. O que vale para uma pessoa específica sai do perfil alimentar e dos exames dela, no cardápio online personalizado.

Para somar as calorias de uma refeição inteira, com este e outros alimentos, use o contador de calorias.

Fonte dos dados

Nome na fonte: Carne, bovina, almôndegas, fritas (código 331). Tabela Brasileira de Composição de Alimentos - TACO — NEPA - Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação, UNICAMP, 4a edição revisada e ampliada, 2011. nepa.unicamp.br/taco