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Verduras, hortaliças e derivados

Tomate molho industrializado

Na tabela TACO: Tomate, molho industrializado

Imagem ilustrativa: tomate, molho industrializado
Imagem ilustrativa gerada por IA

Tomate molho industrializado está no grupo Verduras, hortaliças e derivados da tabela TACO e tem muito baixa densidade calórica (38 kcal por 100 g). Traz 3,1 g de fibra por 100 g. O sódio chama atenção: 418,3 mg por 100 g.

Das 38 kcal de 100 g, cerca de 69% vêm de carboidrato — é um alimento de perfil claramente glicídico.

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Composição por 100 g

Energia
38 kcal
Proteína
1,4 g
Carboidrato
7,7 g
Lipídeos (gorduras)
0,9 g
Fibra alimentar
3,1 g
Umidade
88,1 %

Valores da TACO por 100 g de parte comestível. Para a sua quantidade, faça a proporção: 50 g têm metade destes valores.

Minerais

Cálcio
11,73 mg
Magnésio
16,79 mg
Manganês
0,08 mg
Fósforo
27,21 mg
Ferro
1,58 mg
Sódio
418,28 mg
Potássio
388,2 mg
Cobre
0,08 mg
Zinco
0,13 mg

Vitaminas

Vitamina A (RAE)
38 µg
Piridoxina (B6)
0,06 mg
Vitamina C
2,71 mg

Perfil de gorduras

Gordura saturada
0,1 g
Gordura monoinsaturada
0,1 g
Gordura poli-insaturada
0,2 g

Como este alimento entra no cardápio

  • Com muito baixa densidade calórica (38 kcal por 100 g), tomate molho industrializado está no grupo dos legumes que o protocolo libera sem pesar — serve para dar volume ao prato quando a fome é o problema.
  • 3,1 g de fibra por 100 g colocam tomate molho industrializado entre os alimentos que o protocolo usa para saciedade — a conduta padrão de quem relata muita fome ao tentar emagrecer.

Pontos de atenção

Situações em que o protocolo trata este alimento de forma diferente.

  • 418,3 mg de sódio por 100 g é um teor alto. Em quem tem hipertensão, o protocolo reduz sódio e evita embutidos — tomate molho industrializado entra com parcimônia ou fica de fora.

Trocas dentro do mesmo grupo

Calculadas a partir dos números da própria TACO — o critério de cada uma está dito.

Receitas com tomate

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Do mesmo grupo da tabela TACO, com valor calórico próximo.

Perguntas sobre tomate molho industrializado

Tomate molho industrializado ajuda na saciedade?

Com 3,1 g de fibra por 100 g, sim: é um dos teores que o protocolo usa quando a queixa principal é fome ao tentar emagrecer. Fibra e proteína juntas sustentam mais que caloria isolada.

Tomate molho industrializado tem muito sódio?

Tem 418,3 mg por 100 g, um teor alto. Em hipertensão a conduta é reduzir sódio e evitar embutidos, então este alimento entra pouco ou é trocado dentro do próprio grupo.

Por que trocar tomate molho industrializado por outro alimento do mesmo grupo?

Nem sempre é preciso. Quando faz sentido, a troca é por algo próximo: Abobrinha paulista crua (0,5 mg de sódio contra 418,3 mg). O protocolo nunca tira um alimento sem colocar o equivalente mais próximo e familiar no lugar.

Quantas calorias tem tomate molho industrializado?

38 kcal a cada 100 g, segundo a tabela TACO. Para uma porção diferente, aplique a proporção: 50 g têm metade desse valor.

Quanta proteína tem tomate molho industrializado?

1,4 g de proteína a cada 100 g. É um teor baixo — este alimento entra no prato por outros motivos que não a proteína.

Quantos carboidratos tem tomate molho industrializado?

7,7 g de carboidrato a cada 100 g, dos quais 3,1 g são fibra alimentar.

Esses valores são de qual quantidade?

De 100 g de parte comestível (ou 100 ml, no caso de líquidos), que é a referência usada pela Tabela Brasileira de Composição de Alimentos.

Como ler esta página

Os números são da tabela TACO. As leituras que acompanham cada bloco vêm do protocolo que O Nutri Felipe usa para montar cardápios, e são informação geral — não substituem consulta nem valem como prescrição. O que vale para uma pessoa específica sai do perfil alimentar e dos exames dela, no cardápio online personalizado.

Para somar as calorias de uma refeição inteira, com este e outros alimentos, use o contador de calorias.

Fonte dos dados

Nome na fonte: Tomate, molho industrializado (código 159). Tabela Brasileira de Composição de Alimentos - TACO — NEPA - Núcleo de Estudos e Pesquisas em Alimentação, UNICAMP, 4a edição revisada e ampliada, 2011. nepa.unicamp.br/taco